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Laís Semis é aluna do 4º ano do curso de Comunicação Social - Jornalismo da Faculdade de Arquitetura, Artes Comunicação da Unesp, Câmpus de Bauru.
Construções e conquistas colaborativas
Publicado em 17/08/2013 às 12:00

Como uma atividade extracurricular multidisciplinar, o Baja reúne alunos dos cursos de engenharia mecânica, elétrica e de materiais visando a construção de projetos que consigam abranger o melhor desenvolvimento dos diferentes sistemas que abrangem esses veículos off road tubulares.

A equipe toda se envolve nas diferentes etapas do processo, num projeto dividido por diretorias (de projeto, financeiro, RH, marketing, processos e construção) e trabalhado em sistemas do carro (como freios, estrutura, suspensão e direção).

Os resultados de uma equipe que leva pra casa seis prêmios é fruto do esforço e dedicação de seus integrantes que procuram se aprimorar e também aprimorar ao projeto. Para Samuel Guarnieri, aluno de Engenharia Elétrica e integrante dos Piratas do Vale desde 2010, a evolução dentro da equipe é constante. “Adotamos métodos e ferramentas para o melhor gerenciamento e documentação de tudo o que ocorre, desde o projeto até o protótipo final. Com isso a postura da equipe mudou, se tornando ainda mais semelhante à de uma empresa.”

Paula Kaltenbach e Samuel Guarniei na apresentação de projeto dos Piratas do Vale

Outro ponto importante para o desenvolvimento dos Piratas que completaram 15 anos de existência foi não deixar o conhecimento aprendido pelos membros anteriores morrido com as entradas e saídas do grupo. “Nada aconteceu do dia para a noite. Cada integrante que levou o projeto com seriedade teve uma participação importante dentro da equipe, e colaborou para que tudo fosse possível”, comenta a estudante de Engenharia Mecânica, Paula Kaltenbach. “Ganhar seis troféus é como uma garantia de que todo o esforço valeu a pena e que o legado continua. É ver a evolução de todos os anos”.

E o processo continua. “Nosso grande desafio é inovar o protótipo a cada competição, o que se torna possível com o aumento do conhecimento técnico e uma maior organização estrutural na equipe”, explica Michel Raad, piloto dos Piratas do Vale.

É proibido reabastecer
Publicado em 04/08/2013 às 13:00

O Domingo guardava uma prova dinâmica surpresa aos participantes já ansiosos pelo enduro. Foi permitido apenas aos carros que tivessem passado pela prova de frenagem se dar ao desafio do desconhecido. Intitulada “XXX”, foi a Arrancada dos carros posta à prova competindo em duplas que iam voltando à fila para duelar até que chegassem à melhor arrancada. Quem levou foi a equipe EESC USP Bachareis, da Escola de Engenharia de São Carlos da USP.

Testando a eficiência energética e resistência dos bajas, o enduro contou com uma pista de montes, degrau, toras, pedras e irregularidades. Uma novidade no enduro de resistência também deixou a competição mais acirrada: os carros não podiam reabastecer. Prevendo a pane seca dos carros, muitos achavam que os carros não aguentariam chegar ao final das três horas de prova por falta de combustível.

Problemas no carro de Ilha Solteira fizeram a equipe parar antes da prova do enduro de resistência terminar

Pouco a pouco, os carros fosse por capotamentos, batidas ou estragos menores iam deixando a pista para reparos básicos ou definitivamente. De volta à pista, elas tentavam tirar os atrasos e mostrar para o que vieram. Mas muitos não resistiam aos obstáculos e percurso e depois de mais de duas horas de competição um outro problema foi tomando os bajas: a já prevista pane seca.

Quem não está pilotando o carrinho, também se reserva a outras preocupações além da torcida: contagem de voltas e tempo de voltas das equipes pra se ter uma ideia de como estão indo em relação às primeiras colocadas e medir as possibilidades e estratégias de melhorar o desempenho na prova – já que só as três que estão na frente costumam ser anunciadas duas ou três vezes durante todo o enduro. Para que o piloto não fique à parte do que está acontecendo no enduro, as equipes normalmente fazem por rádio sistemas de comunicação.

Fim de prova

A equipe da Unesp de Guaratinguetá aguentou 2h35 rodando sem reabastecer. A prova só terminou quando o último carro (da FEI), às 2h58 de prova parou também devido à pane seca. Apesar das comemorações momentâneas, as equipes tiveram que esperar cerca de uma hora pra saber os resultados de todas as provas – já que mesmo as do dia anterior não haviam sido divulgadas.

As equipes foram premiadas até o quinto colocado nas categorias de Melhor Arrancada, Melhor Suspension & Traction, Melhor Gestão de Custos, Melhor Gestão de Projetos, Melhor Utilização de CAE e Melhor Validação de Projetos, Melhor Plano de Metas. Além das 9 categorias oficiais da Competição Baja Sudeste, três equipes receberam o Prêmio Fiat de Boas Práticas de Engenharia: FEI, USP São Paulo e USP São Carlos.

A Unesp voltou pra casa muito bem representada: TEC Ilha, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira em 2º lugar na prova Suspension & Traction e os Piratas do Vale, da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá em 1º lugar de Melhor Gestão de Projetos, 1º lugar de Melhor Validação de Projeto, 1º lugar em Melhor Utilização de Cálculos e Simulações Virtuais, 2º lugar em Melhor Plano de Metas, 4º lugar no Enduro de Resistência e 3º lugar na Colocação Geral.

Preparados para a final
Publicado em 27/07/2013 às 22:25

A competição entre as escolas de engenharia da região Sudeste do país continua, somando 30 equipes bajeiras participantes neste ano. Abrindo a manhã do sábado, os Piratas do Vale, de Guaratinguetá, enfrentaram a prova de segurança, em que tomaram três re-checks – alterações indicadas pela comissão técnica para poder enfrentar as provas dinâmicas.

Com um dia cheio de atividades na grade, enquanto parte da equipe tomou conta dos re-checks e de repassar pela segurança, a outra parte se concentrou na apresentação de projeto, a parte teórica em que são explorados gerenciamento de projeto, metas e objetivos, custos, cálculos e simulações virtuais e experimentação. Totalizando uma hora de apresentação, os integrantes se dividiram em duplas que durante 10 minutos eram responsáveis por apresentar sistemas específicos do projeto de seu carro.

Outra equipe da Unesp que também participa desta etapa Sudeste da Competição é a TEC Ilha, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira. Apesar de terem sofrido um pouco com a análise da segurança, foi uma das três equipes que conseguiram completar a volta da pista de suspention & traction.

Segundo Samuel Guarnieri, aluno de Engenharia Elétrica da FEG – Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, que não chegou a completar o percurso, as provas de suspention da Etapa Sudeste costumam ser mais complicadas do que as que acontecem na Competição Nacional. “É realmente uma preparação para a Nacional”, comenta.

As provas de motor, abastecimento e frenagem também aconteceram no sábado. A divulgação da pontuação das equipes acontece apenas no Domingo depois da prova final.

Contagem Regressiva para a Etapa Sudeste
Publicado em 26/07/2013 às 13:00

Depois de cerca de 8 horas de viagem até Sarzedo(MG), a equipe Piratas do Vale, da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (FEG) da Unesp colocou seu carro a posto para mais uma Competição Baja SAE Brasil.

A etapa regional Sudeste acontece neste fim de semana (dias 27 e 28) no Campo de Provas da CNH. Ao todo 30 equipes estão inscritas para a Competição Sudeste para as provas de motor, inspeção técnica e de segurança, apresentação de projeto e suspension & traction. No Domingo, acontece uma prova dinâmica “surpresa”, não informada pela organização do evento; além do Enduro, prova em que os carros realizam um percurso de três horas percorrendo obstáculos visando analisar eficiência energética e resistência dos protótipos.

Hoje, além da inscrição e acomodação da equipe, os Piratas do Vale usaram o dia para os ajustes finais no carro.

Com 15 anos de equipe, os Piratas vem para Sarzedo de um 6º lugar na classificação geral da Competição Baja Nacional.

De igual pra igual
Publicado em 22/03/2013 às 16:30

 

Rodando pelos boxes e pelo Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, onde acontece a 19ª Competição Baja SAE Brasil – Petrobrás, parece que naturalmente o baja desperta mais o interesse de homens do que de mulheres (até mesmo por ser derivado da relação que as meninas já tem de ser minoria dentro das escolas de engenharias). Mas é um projeto essencialmente masculino?

Aline trabalhando  no carro

“Eu acho que a gente tá aqui mais do que pra provar que não”, responde Aline Emídio de Paula, que há quatro anos acompanha a equipe dos Piratas do Vale, da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá – Unesp, nas atividades e competições Baja. “Na nossa equipe, a gente tenta trabalhar e assumir responsabilidades tanto quanto os meninos. Claro que algumas coisas eles tem mais força, mas a gente tenta não ser ‘chaveirinho’”, brinca ela. Além de Aline, a equipe traz Ivylin Tarafarello também há quatro anos na equipe.

Ivylin e Aline

Mas esse espaço, nem sempre foi delas. “Talvez no primeiro ano tenha tido aquele preconceito por sermos meninas, mas depois eles viram que a gente botava a mão na massa. Hoje, o que dá pra notar é que o número de meninas vem crescendo bastante nas equipes do baja”, comenta Ivylin.

Beatriz Meirelles é uma das quatro meninas que integra a UFPBAJA Inelutável, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa (PB), composta por 12 pessoas. No seu segundo ano de competição, ela afirma que nunca sofreu nenhum preconceito por ser mulher. “Às vezes, eles poupam, né? Se tem homem a gente não vai carregar muito peso, por exemplo, mas se precisar também a gente carrega mesmo, sem problemas”.

Três das quatro meninas que integram a equipe UFPBAJA Inelutável

E elas estão por toda parte: no planejamento, mecânica, elétrica, volante. No primeiro ano de faculdade, Luana Diniz, já chegou compondo a equipe da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, como a única menina do time, e embora mais focada na parte administrativa da equipe, ela não deixa de acompanhar as outras áreas do projeto. “Por estar no primeiro ano, estou aprendendo ainda, mas sempre que eu posso eu ajudo, pergunto como faz e vou pra oficina. E os meninos se colocam numa posição de ensinar e me apoiam”, diz Luana que pretende em breve atuar na parte mecânica.

Para o capitão e piloto da equipe Piratas do Vale, Gabriel Cipolla, as meninas são e devem ser encaradas de igual pra igual dentro do projeto. “A excelência no trabalho vai acontecer independentemente dos integrantes serem homens ou mulheres. Acho que as habilidades variam de pessoa para pessoa e não de sexo para sexo”.

 

Resistência à prova
Publicado em 18/03/2013 às 16:00

O último dia da Competição Baja – SAE 2013 colocou os carros off-road construídos pelos estudantes de engenharia de 68 instituições à prova. Dos 81 carros inscritos, apenas 60 puderam participar da prova do enduro de resistência devido às aprovações nas provas anteriores.

O enduro de resistência consiste em colocar o carro em uma pista de terra com obstáculos variáveis: passar por curvas, montes de terra altos, pedaços de concretos sobrepostas de forma irregular junto a pneus, valetas grandes com lama. Vence quem tiver completado o maior número de voltas na pista num período de 4 horas consecutivas.

No entanto, não é tão simples como pode parecer, pois é aí que os motores, velocidades e tração são realmente testadas. No caso do carro quebrar durante o percurso, ele pode receber a ajuda de apenas um dos membros da equipe para tentar consertá-lo e voltar à corrida. Assim, os carros vão ficando para trás na contagem das voltas e muitos deles acabam não retornando à pista pela falta de peças reservas e algumas falhas irreparáveis em pouco tempo.

Pac Baja 1 e 2, equipe da Faculdade de Engenharia de Bauru (FEB – Unesp), e TEC Ilha Baja, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS – Unesp) foram algumas desses times que tiveram problemas com seus carros e acabaram tendo que deixar a pista. Os Piratas do Vale, equipe da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (FEG – Unesp), se mantiveram em movimento até os 15 minutos finais, quando precisaram parar por um momento – decisivo –, mas logo retornaram ao posto.

A prova é aberta ao público, que não esconde suas torcidas. Aos poucos, carros vão se destacando e as voltas ficando mais apertadas. Uma hora e meia depois do término do enduro e depois de uma checada final nos carros (para conferir se nada de significante foi alterado nos carros para a prova), é anunciado os vencedores do enduro e a somatória final dos pontos, com a classificação geral.

A equipe da Unesp de Guaratinguetá foi a segunda colocada no enduro de resistência. Fato inédito no histórico da equipe. E também pela primeira vez nos 15 anos em sua participação no Baja, conquistaram sua melhor classificação na etapa nacional da Competição, o 6º lugar na classificação geral.

Os três primeiros lugares ficaram com as equipes da UFMG (1º),  FEI (2º) e UFSC (3º).

Contudo, os futuros engenheiros parecem saber que mais do que um lugar no pódio, o domínio de ferramentas, informações, conhecimentos, a capacidade interdisciplinar e a formação complementar que o projeto Baja SAE permite é o mais importante que levam para casa nesses 19 anos de Competições. 

Último dia da Competição Baja
Publicado em 17/03/2013 às 19:00

A caminho do enduro
Publicado em 16/03/2013 às 19:00

 

Apesar da repescagem em algumas provas e de uma classificação tantas vezes abaixo do esperado, poder correr no enduro ainda motiva muitas equipes a continuar virando noites trabalhando nos carros.

A prova que fecha a Competição Baja, num percurso de 4 horas com obstáculos, coloca à prova a resistência dos carros construídos pelos alunos de engenharia de todas as partes do país. Por isso é essencial que as equipes que corram no enduro tenham sido aprovadas nas avaliações anteriores, garantindo minimamente as condições dos carros e a segurança de seus pilotos.

Equipes da Unesp garantem participação na final

Guaratinguetá realizou hoje as chamadas provas dinâmicas, testando velocidade máxima, tração e suspension traction. Apesar de não terem conseguido os melhores resultados em tração, a equipe foi a terceira melhor colocada no suspension traction, um rápido percurso pela pista.

As Faculdades de Engenharia da Unesp de Bauru e de Ilha Solteira não puderam fazer as provas dinâmicas por conta das repescagem de avaliações dos dias anteriores. Ilha Solteira teve que testar hoje freios e conforto. Enquanto a PAC 1 e PAC 2, de Bauru, comemorou no começo da noite a aprovação na sua última prova deste sábado. Depois de passarem pela repescagem de segurança, as equipes ainda foram avaliadas em seguida em motor e conforto.

Na preparação para o último dia, os pilotos fizeram um reconhecimento de pista. E o que a Competição toda espera de amanhã, no encerramento da Baja SAE 2013, é encontrar pelo menos um pouco de lama no enduro para batizar os carros e deixar a competição mais divertida.

Guará realiza provas de suspension traction, velocidade máxima e tração
Publicado em 16/03/2013 às 16:17

Equipe de Ilha Solteira é aprovada em conforto e frenagem
Publicado em 16/03/2013 às 15:56

Hoje a equipe da Unesp de Ilha Solteira fez a repescagem das provas de conforto e freio no período da manhã. A equipe encara amanhã (17/03) o enduro, ao lado das equipes de Bauru e Guaratinguetá, no último dia da Competição.

 

Rechecks à parte, competição continua
Publicado em 15/03/2013 às 19:50

Com dois carros na Competição Baja, a Faculdade de Engenharia da Unesp de Bauru, reprovada na prova de segurança, aproveita o tempo entre provas para arrumar as partes de seus carros que deram problema durante a avaliação. Eles devem reapresentar os carros  na prova de segurança, e nas provas de freio e conforto amanhã à tarde. “A gente estava meio sem tempo pra construir o carro e deixamos passar alguns detalhes. Infelizmente, por isso, a gente tomou recheck e vamos perder um dia de prova, o que vai dar uma baixa na contagem dos pontos”, conta Matheus Tarantin, integrante da equipe PAC de Bauru. “Mas a gente está esperando que no enduro o carro aguente e vá bem”.

Um dos carros da equipe PAC - Bauru

Um dos carros da equipe PAC - Bauru em reparo

As equipes da Unesp de Ilha Solteira e Guaratinguetá, apesar de terem sido aprovadas no quesito segurança também se depararam com alguns problemas na prova. “Além das nossas falhas, algumas coisas que não haviam sido cobradas em anos anteriores, passaram a ser cobradas”, diz Wilson José Luciano Junior, membro da equipe de Ilha Solteira, o que resultou em alguns pontos descontados em itens não esperados.

Guaratinguetá participou hoje das provas de motor, conforto e freio e foi aprovada nas três, mas Ilha Solteira acabou perdendo a janela para a prova de conforto e, por isso, perdeu também o direito de fazer as provas dinâmicas de amanhã (sábado), tendo que encarar a repescagem das provas de conforto e frenagem para poder participar do enduro.

Apresentação da equipe de Guaratinguetá

Apresentação da equipe de Guaratinguetá

Outra prova que as equipes das Faculdades de Engenharia de Bauru, Guaratinguetá e Ilha Solteira fizeram nesta sexta foi a apresentação de projeto à comissão julgadora, que consiste em explicar o funcionamento e construção do carro, simulações em programas, custos, caráter ambiental, tempo gasto e justificar as decisões tomadas dentro do projeto de acordo com as considerações dos juízes.

Equipe de Guará durante prova de segurança
Publicado em 15/03/2013 às 16:00

Equipe de Guará ajusta carro momentos antes da avaliação de segurança
Publicado em 15/03/2013 às 13:22

Equipe da Faculdade de Engenharia da Unesp de Guaratinguetá
Publicado em 15/03/2013 às 13:20

Equipe de Bauru prepara carro para reavaliação
Publicado em 15/03/2013 às 13:15

Piracicaba sedia 19a Competição Baja SAE BRASIL - Petrobras
Publicado em 15/03/2013 às 12:55

Com quatros dias de duração, evento reúne estudantes de todo o país

De 14 a 17 de março, Piracicaba, no interior paulista, recebe a 19a edição da Competição nacional de carros  baja, que acontece entre escolas de engenharia de todo o país. A proposta é projetar e construir um carro que resista aos testes técnicos e em uma corrida de enduro de 4 horas. A competição trás a oportunidade de alunos colocarem em prática conceitos aprendidos em sala de aula e outras, como planejamento, desenvolvimento de parceiras e trabalho em equipe.

Abrindo a competição, acontece a prova de segurança,  dividida em dois dias devido ao grande número de equipes participantes. São cerca de 80 inscrições para a competição desse ano, num total de 1.300 alunos. "Normalmente no primeiro dia, são avaliados os  carros que chegam mais preparados, com muito menos retrabalho", explica um dos juízes da competição, Francivaldo Lemos.

As equipes que não passarem nas avaliação de segurança são direcionadas para a repescagem. E elas têm a chance de fazer as alterações indicadas pela comissão de juízes. No entanto, a repescagem impede que as equipes participem das provas de avaliação do projeto como tração, aceleração e velocidade máxima; consequentemente, zerando os pontos dessas provas.

A partir de hoje (15/03), acontecem também as provas dinâmicas que seguem até domingo, quando acontece a corrida principal. Vence a equipe que tiver somado o maior número de pontos ao longo dos quatro dias.

A participação da Unesp

Neste segundo dia de competições, a Unesp continua com dus equipes. Os alunos da Faculdade de Engenharia, câmpus de Ilha Solteira e Guaratinguetá, foram aprovados na avaliação de segurança, e continuam na competição. As equipes precisou fazer pequenas alterações no projeto (os chamados rechecks), conforme recomendação dos juízes. 

E duas equipes de baja da Faculdade de Engenharia, câmpus de Bauru, não passaram nas avaliações de segurança, ontem, e no sábado enfrentam a repescagem.

 

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