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Daniel Patire é jornalista
e fotógrafo
da ACI Unesp
As obras oníricas de Ricardo Casimiro
Publicado em 29/10/2012 às 17:35

A curadora da exposição Três poéticas Dissonantes, Lalada Dalglish, e a crítica de arte, Mariza Bertolli, apresentam as obras de Ricardo Casimiro.

Virgínia Fróis fala do processo de criação do Ressonâncias II
Publicado em 29/10/2012 às 16:30

Os artistas e suas cabeças
Publicado em 17/09/2012 às 14:30

Com a instalação Ressonânicas, Virgínia e os estudantes da Unesp posam ao lado de suas urnas, como a escultora portuguesa chama as cabeças de argila.

Vera e sua cabeça aberta.

Alexandre em um quadro à óleo (fotografia alterada pelo programa de edição de imagem Adobe Photoshop).

A arte-terapeuta Edelweiss (no centro da foto).

(Da esq. para a direita), Camila, Lalada, Stela, Elaine e Bete.


(Da esq. para a direita) - Valéria, Virgínia, Vera e Edelweiss.

(Da esq. p a dirieita) - Alexande, Bete e Elaine.


Bete e a sua urna.

Stela mostra a mesa de trabalho com as urnas de cerâmica e de cera para seus familiares.

Para saber mais sobre o projeto Ressonâncias II e sobre os artistas, acesse o blog Projeto Ressonâncias.

Noémia Cruz no Perfil Literário
Publicado em 17/09/2012 às 13:50

A artista protguesa Noémia Cruz conta sua trajetória nas artes plásticas no programa Perfil Literário. Ouça suas histórias.

Noémia Cruz no Perfil Literário

"A escultura deve ser transgressora"
Publicado em 17/09/2012 às 13:20

A escultora Noémia Cruz fala da coleção "Meus bonecos", que ela expõe em Três poéticas Dissonantes. Inspirada nas esculturas da cidade portuguesa de Estremoz, a artista transfigurou as representações sacras em homens e mulheres de copros voluptuosos e sensuais. Ouça a entrevista que Noémia deu ao Podcast Unesp.

 Noémia Cruz

Noémia ao lado da Santa Grávida, a última peça da coleção. "A imagem veio em um sonho", diz.

Ressonâncias de Virgínia Fróis
Publicado em 11/09/2012 às 18:35

Esculturas de Ricardo Casimiro
Publicado em 11/09/2012 às 18:34

"Meus bonecos" - de Noémia Cruz
Publicado em 11/09/2012 às 18:33

A exposição
Publicado em 11/09/2012 às 18:29

Imagens feitas durante a vernissage da exposição Três poéticas Dissonantes.

Representante do consulado português em São Paulo prestigia vernissage no Instituto
Publicado em 11/09/2012 às 18:00

O diretor de turismo de Portugal, Paulo Machado, representou o consulado português em São Paulo, durante a abertura da exposição "Três poéticas Dissonantes", que aconteceu ontem no IA. O evento abriu também a programação do Ano de Portugal no Brasil 2012-2013, que se estenderá até 10 de setembro do próximo ano.

Na oportunidade, Machado falou sobre a importância da cerâmica para a expressão artística portuguesa, e destacou os objetivos do Ano de Portugal para apresentar aos brasileiros um país moderno.

Ouça a entevista do diretor de turismo no Podcast Unesp.

Paulo Machado

Machado ao lado de Lalada Dalglish, no centro da imagem, durante a vernissage da exposição Três poéticas Dissonantes. O novo diretor do IA, professor Mario Bolognesi (primeiro à direita), também esteve presente à vernissage.

Vernissage às 18h
Publicado em 10/09/2012 às 17:15


Três poéticas Dissonantes - Escultura Contemporânea Portuguesa
Data: 10/09 a 08/10
Horário: 9 às 18h, de segunda a sexta, e, aos sábados, das 9 às 14h
Coordenação: Lalada Dalglish (Coordenadora dos eventos sobre o Ano de Portugal na Unesp)
Local: Unesp- Instituto de Artes - Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271 – Barra Funda, São Paulo, SP
www.ia.unesp.br
Contatos: 55-11- 3393-8531 - lalada.ceramica@uol.com.br

Ressonânicas
Publicado em 10/09/2012 às 17:05

Virgínia Fróis em “Ressonâncias II” apresenta a instalação resultante de um trabalho compartilhado onde cada um dos treze participantes teve a experiência de moldar sua própria cabeça e ao manipular esse “recipiente”, fechado como uma urna, pensar a memória. Ao colocar a idéia e conduzir a técnica, a artista uniu o grupo e captou as ressonâncias que iriam ocupar o espaço circular, sugerindo o enlace. Suspensas na altura do olhar, cada cabeça sugere uma sentença, um enigma, um sonho. As vozes presas no interior das cabeças são adivinhadas pelo expectador que completa o círculo, tendo como referência o cone de sal, no centro. Sal do castigo e do bom senso, da mordacidade, da astúcia e da sabedoria. Nos pontos extremos do diâmetro figuram o golfinho e o pássaro, como se tivessem sido libertados da condição inelutável de voar ou de nadar, para serem anunciantes míticos de
renascimentos.

Para acompanhar como foi o desenvolvimento do trabalho, visite o blog Projeto Ressonânicas.

Estudantes interagem com a instalação. "O circulo e a altura das cabeças convidam ao passeio, ao movimento, a circulação. E nesse processo surge a curiosidade, o reconhecimento", explica Virgínia.

Escultora Virgínia Fróis no Perfil Literário
Publicado em 10/09/2012 às 16:00

A artista plástica e professora da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (Pt), Virgínia Fróis, fala ao programa Perfil Literário. A escultora conta um pouco sobre sua relação com a cerâmica, arte ligada à terra e ao fogo, e dos seusprojetos como animadora cultural em seu país. Seu objetivo é fazer com que as ressonâncias (título do seu trabalho apresentado na exposição) das exposições e da feitura de seus trabalhos possam despertar o desejo do realizar artístico entre os jovens.

Ouça a entrevista de Virgínia

Ouça o comentário da curadora da exposição Lalada Dalglish
Publicado em 10/09/2012 às 11:55

A professora de Arte Cerâmica do IA, Lalada Dalglish, idealizou o evento, junto com a artista Virgínia Fróis, durante sua estadia na Universidade de Lisboa (PT), em 2011, para a realização do Pós-doutorado. Ouça os comentários que a curadora da exposição fez ao PodCast Unesp.

Lalada Dalglish

Pontes entre a universidade e a escultura portuguesa*
Publicado em 10/09/2012 às 11:30

O universo da escultura é um campo artístico de ação todo especial. Pode-se dizer que ele se fundamenta num tripé: a tridimensionalidade, a distância entre a expectativa que o artista tem do mundo e aquilo que a realidade lhe oferece e a diferença, muitas vezes agônica, entre aquilo que o criador deseja fazer e o que de fato consegue.

Quanto ao primeiro elemento, a tridimensionalidade, a escultura, para de fato fazer jus a esse nome, precisa ter como um de seus fundamentos justamente a característica de ser vista sempre numa perspectiva de 360 graus. Isso significa que um de seus princípios está em motivar o observador a girar em torno dela para poder observar como cada peça funciona com diferentes incisões da luz e por variadas alturas.

Noémia Cruz O segundo tópico conduz a uma reflexão sobre a separação existente entre o mundo ideal que cada criador tem na sua mente e aquele que realmente encontra na sua existência. Dessa distância nasce um conflito que pode gerar uma visão amargurada ou motivadora. Tudo depende da maneira como essas duas instâncias se relacionam, ou seja, como cada um reage perante a quebra de expectativas entre o que se convenciona chamar de real e aquilo que essa aparente concretude traz em termos plásticos e vivenciais.

A terceira questão parece ser a mais complexa e fascinante. Trata especificamente do dilema do criador em seu processo de dar à matéria uma forma e um conteúdo, estabelecendo o que cada vez mais é nomeado como poética. A inquietação do escultor o leva a querer criar, mas entre aquilo que ele deseja de resultado final e o que consegue há um vazio que pode se visto como limitador e insolúvel ou motivador e fator de criação permanente.

Esses elementos, dentro da arte portuguesa, remetem a uma jornada em que a escultura e a arquitetura caminham lado a lado, muitas vezes de maneira complementar num diálogo em que o espaço ganha um charme todo especial, já que a sua conquista não raro está associada com questões religiosas e, quase sempre, com indagações existenciais.

Entre os séculos XII e XVII, o românico, o gótico e o renascimento são as nomenclaturas instauradas pelos cânones teóricos. Quando se pensa no românico português, saltam aos olhos e à memória imagens marcadas por simbolismos, como nos portais, tímpanos e capitéis de catedrais como Braga e Lisboa ou pequenas igrejas do Norte do país. Existe aí um misticismo pleno de força.

Quando se pensa no gótico português, a arte tumular sorri como manifestação quase divina sobre os extraordinários limites entre a vida e a morte. São expressões dessas fronteiras muitas vezes tênues a última morada escultórica de D. Pedro e de D. Inês no Mosteiro de Alcobaça e os túmulos reais de D. João l e de D. Filipa de Lencastre, na Batalha, além de estátuas-jacentes do conde de Ourém e do navegador Diogo de Azambuja.

Entre os criadores dessas obras, destacam-se o Mestre Pêro de Coimbra, o Mestre das Alhadas e Diogo Pires, o Velho. Os portais da Batalha e da Sé de Évora, verdadeiras obras-primas, admiradas por turistas e pelos próprios portugueses pela sua imponência, são registros de manifestações da estatuária portuguesa que alimentam o imaginário de um país marcado pela saudade de si mesmo e, de certa maneira, aberto para a chegada de um imortal D. Sebastião redentor.

Ricardo CasimiroQuando se pensa no renascimento, a arte portuguesa passa um momento em que a presença na região de mestres franceses e flamengos deixou poderosa influência. A madeira é a matéria-prima que ganha destaque, com exemplos de impacto, como o retábulo da Sé Velha e o cadeiral de Santa Cruz, ambos em Coimbra. Chanterenne, introdutor de uma nova concepção de estatuária, é o autor das figuras da porta axial dos Jerónimos; e João de Ruão transformou Coimbra justamente num importante centro de onde saíram obras para todo o País.

O maneirista Manuel Pereira é um marco não só pelo uso da madeira em estátuas, mas também em cadeirais. É, por exemplo, no célebre retábulo de S. Domingos de Benfica que os irmãos Gaspar e Domingos Coelho realizam um imortal trabalho de talha. Há uma elevação do espírito pela aparente frieza dos materiais.

No universo do barroco, cabe lembrar a escola barrista de Alcobaça. Sai dali a talha dourada, com um poderoso impacto visual que se fará presente no interior dos templos católicos e levará a uma progressiva interação e integração da escultura com outras artes decorativas. Estabelece-se um teatro do mundo bem ao gosto camoniano, com a introdução de padrões cenográficos em que a vida terrena se torna palco breve existência.

É constituído um estilo nacional barroco que se alonga até o período joanino e tem como um de seus paradigmas a Capela de Nossa Senhora da Piedade na Igreja de São Roque. O momento seguinte é o rococó, que encontra parâmetros e disciplina visual dentro das severas normas de pensamento classicistas impostas pelo período pombalino, onde a igreja perde força filosófica e artística.

Nos séculos XVIII e XIX, Machado de Castro concilia duas vertentes escultóricas: a arte barrista dos presépios e a grande estatuária existente na Basílica da Estrela, no Palácio da Ajuda e em Mafra. Soares dos Reis, por sua vez, deixa de lado o naturalismo rumo a peças que oscilam entre o realismo, o idealismo e o romantismo.

Obras como O Desterrado, D. Afonso Henriques e A Morte de Adônis ilustram essas vertentes, enquanto Simões de Almeida e Teixeira Lopes mantém-se fieis a uma faceta em que a imagem resultante é mais próxima daquilo que concebemos como real. Aparecem questões como até que ponto a competência técnica basta para retratar a paradoxal relação do ser humano com o mundo.

Já no século XX, sob a influência de Rodin, Francisco Franco, escultor de destaque nos anos 1950, ganha notabilidade com a estátua equestre de D. João IV (Vila Viçosa) e do Monumento a Gonçalves Zarco. Leopoldo de Almeida é prestigiado pelo Padrão dos Descobrimentos, enquanto Barata Feyo e Canto da Maya são apontados, por alguns críticos, como renovadores dos aspectos tradicionais da escultura lusa.

António Duarte, Joaquim Correia e Lagoa Henriques apresentam as suas propostas muito pessoais, e a abstração começa a ganhar mais expressão na escultura portuguesa com Jorge Vieira e Arlindo Rocha. É ainda muito importante citar o expressionismo de Charters de Almeida e a inovação proposta por artistas como João Cutileiro, José de Guimarães, José Pedro Croft e Rui Sanches.

Se a universidade se apoia no tripé ensino, pesquisa e extensão; a escultura portuguesa, retomando, se mantém freneticamente em pé fundamentada nas bases da tridimensionalidade, das diferenças entre os desejos do artista e do mundo conhecido e da distância entre os projetos de cada criador e a sua capacidade de concretizar aquilo que imagina.

Virgínia Fróis

Os cruzamentos entre as ações da universidade e o vigor plástico dos artistas aqui mencionados e dos presentes no Seminário “A Escultura portuguesa - Sentido e Significação na Arte de Portugal e seus Reflexos no Brasil”, dias 12 e 13 de setembro de 2012, no Instituto de Artes da Unesp, em São Paulo, SP, possibilitam a criação de pilares artísticos e culturais sólidos e fascinantes e, o mesmo tempo, tênues, como toda arte, mas vigorosos em sua sinceridade de propostas e diversidade de manifestações.

*Texto de Oscar D'Ambrosio

Oscar D’Ambrosio, doutorando em Educação, Arte e História da Cultura na Universidade Mackenzie, é mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp. Integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil).

No entremeio das fábulas
Publicado em 10/09/2012 às 11:15

A arte de Ricardo Casimiro, plena de transfigurações de um mundo fabular delirante que nos envia ao medievo, lembrando o imaginário de Hieronymus Bosch, une a inocência do brinquedo com maquinações diabólicas, em invenções jamais imaginadas. O contraste entre os materiais conjugados nas ensamblagens que compõem essas pequenas esculturas, os brilhos das cores vítreas do grés com a pele delicada e opaca da porcelana, acentuam a visão deste estranho desfile de personagens demenciais, que o artista coloca em três famílias expressivas: .Cântico negro., .Apoteose do Absurdo. e .Mentes abertas.

 

 

 

 

 

As grandes cabeças, os chifres, as trombas, os bicos, os caranguejos, os pés na cabeça, as caixinhas de monstros... talvez sejam apenas retratos simbólicos carregados de ironia, de escárnio, de crítica social de um artista maduro que observa o mundo com olhos ávidos de criança.

O corpo voluptuoso
Publicado em 10/09/2012 às 11:10

 

 

 

A escultura de Noémia Cruz promove o encontro com a arte tradicional de Estremoz, através dos seus .Bonecos., cujas variações são a pele em torno do corpo, que se repete, volumoso e simétrico. Lembra a imaginária religiosa que concentra nas vestes e nos atributos dos santos a sua identificação alegórica, aos quais ela atribui um acento irônico que subverte o místico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nos atributos das suas personagens, destacados pela pintura a engobe, a copa, símbolo lunar por excelência, é sempre presente, nas mãos, nas auras, como no plano sobre o qual as figuras se assentam. Em forma de coração, na corola de uma flor que se abre, no ventre crescido e estrelado de .Em estado de graça. ou nos seios que figuram em .Tentações de Santo Antonio., este símbolo sugere a proximidade da boca como sede, a configuração do desejo.

Entre rostos e o ser
Publicado em 10/09/2012 às 11:07

Virgínia se coloca entre as cabeças moldadas pelos alunos do Instituto de Artes. As peças foram configuras a partir de moldes feitos com os rostos dos próprios estudantes. "Minha intensão é provocar uma reflexão entre o ser e o ser visto", diz a artista.

Convite
Publicado em 10/09/2012 às 11:05

Apresentação / Abertura
Publicado em 10/09/2012 às 11:00

Abre nesta segunda-feira, 10/09, a partir das 18h, a exposição Três Poéticas Dissonantes – escultura contemporânea portuguesa, na Galeria do Instituto de Artes (IA), campus da Barra Funda, em São Paulo. A mostra apresenta peças em cerâmica dos escultores do além-mar Virgínia Fróis, Noémia Cruz e Ricardo Casimiro, com curadoria de Lalada Dalglish, professora do IA.

A exposição, que se estende até o dia 8 de outubro, é o primeiro dos eventos programados para o Ano de Portugal no Brasil 2012-2013. Noémia e Casimiro expõem obras feitas e trazidas de Portugal. Já Virgínia apresenta a instalação Ressonâncias, com peças produzidas por alunos de graduação e pós-graduação do IA, durante workshop ministrado durante o mês de agosto pela artista.

Além da mostra, o instituto organizou o Seminário Internacional A Escultura Portuguesa – sentido e significação na Arte de Portugal e seus reflexos no Brasil, nos dias 12 e 13 de setembro. Trata-se de um evento artístico/acadêmico com apoio do Conselho de Curso de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes do IA que integra os Encontros de Formação em Arte Contemporânea, promovidos pelo Educativo da 30ª Bienal de São Paulo.

O blog

Com o intuito de provocar ressonâncias do evento, esse blog difundirá os debates  realizados, por meio de textos, fotos, vídeos e sonoras.

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